Conversa com Elinaldo

Chegamos à casa de Elinaldo preparados para passar uma tarde agradável de conversas e bastante risos provindos do eterno bom-humor de nosso amigo. Lá, antes de começar a entrevista, a conversa cresceu bastante e percebemos que poderíamos desistir de nos pautar totalmente na questão “pergunta/resposta” para nos concentrar na boa prosa de Elinaldo e na nossa própria curiosidade sobre fatos e filmes. Prosa de ensinamentos e de um profundo conhecimento que conhecemos de longa data e de outros longos diálogos. Quando Elinaldo se põe a falar sobre o cinema feito no Brasil encontramos o momento exato em que o homem de cinema se revela e que nós, que estamos apenas começando a trilhar por este mesmo caminho de amor às imagens, nos calamos para ouvi-lo atentamente, prontos para anotar os títulos de certos filmes que ainda não conhecemos. A conversa segue abaixo, na íntegra, dividida em duas partes. Na primeira, temos um longo diálogo que parte das questões sobre a história de nossa crítica e vai até outros lugares dentro do próprio cinema (o nacional sobretudo). A segunda, trata-se apenas de uma frase que Elinaldo julgou importante para ser registrada. Então, ela está lá. Esperamos que se divirtam com a conversa. É só clicar nos links abaixo.

Ricardo Lessa Filho e Ranieri Brandão

Conversa com Elinaldo Barros1

Conversa com Elinaldo Barros2


ISSN 2238-5290